Pesquisa de concorrentes e de modelo de negócio
Este é o documento de entrada. Ele resume o que a pesquisa encontrou e aponta para o detalhe, que está em [`concorrentes/analises/`](https://github.com/FrilaApp/frila-docs/blob/main/pesquisa/concorrentes/analises).
Versão 1.0 · 1º de outubro de 2026
Este é o documento de entrada. Ele resume o que a pesquisa encontrou e aponta para o detalhe, que está em concorrentes/analises/.
1. O que foi feito
As duas perguntas:
- Concorrentes. Quem são os 22 concorrentes, o que cada um faz bem e mal, o que deu certo e o que deu errado no passado.
- Modelo de negócio e features. Com que modelo os maiores nasceram, como o modelo mudou conforme cresceram e que features vieram em que ordem.
Tudo à luz da estratégia do Frila: nascer no DF com crescimento orgânico, dominar o DF e depois expandir, como fizeram o YOLO e o Duo Gourmet.
Os 22 apps:
- os 17 apps diferentes que já estavam em
concorrentes/, onde os 19 arquivos incluem 2 capturas repetidas; - os 3 novos pedidos pelo Cauê: Bravo Eventos, Lan Up e Freelancer: Hide and Find jobs (na loja, "Freelancer — Hire & Find Jobs");
- o 99Freelas, da lista de mais comentados no TikTok;
- a StaffPRO, achada na varredura de 20/09.
| Grupo | Apps | Síntese |
|---|---|---|
| 1. Staffing de eventos e hospitalidade, os líderes | ★ Closeer, ★ eStaff, ★ eFreela, ★ Switch Profissionais, ★ Bravo Eventos | grupo-1-sintese.md |
| 2. Marketplaces grandes e modelos de referência | ★ Fiverr, ★ 99Freelas, GetNinjas, TradePRO, Freelancer (Hire & Find Jobs) | grupo-2-sintese.md |
| 3. Staffing de nicho | UmFreela, StaffPRO, Staff BR, Freelas Eventos, Lan Up | grupo-3-sintese.md |
| 4. Bicos e apps menores | Bicos, BIKO, Trampei, JobHunter, Meu Freelance | grupo-4-sintese.md |
| Extra | Freela Serviços, Freelas Now | grupo-extra-sintese.md |
★ = os mais recomendados e comentados no TikTok, segundo a pesquisa do Cauê.
Peças transversais:
- Painel das lojas e da presença no DF: os 22 apps, com os dados coletados no mesmo dia e do mesmo jeito.
- Painel do Reclame Aqui: os 22 apps, com os números conferidos na página de cada empresa.
- Referências globais de staffing por turno: Instawork, Wonolo, Indeed Flex, Coople, Qwick, Shiftsmart, Jobandtalent, GigSmart, Apli e Time Jobs.
- Casos YOLO Club e Duo Gourmet, com o playbook de fases.
- Estudo de modelo de negócio e features: tabela-mestra, nascimento → hoje, matriz de features e implicações por fase. É o documento central da segunda pergunta.
- Mapa da concorrência real no DF.
Como a qualidade foi garantida:
- Toda ficha segue o mesmo modelo, e todo número tem fonte com URL e data.
- O que a empresa declara aparece separado do que foi verificado.
- O que não foi encontrado está escrito como "não encontrado".
- Nenhum agente abriu os apps, e as citações das lojas aparecem sem o nome de quem escreveu.
Os grupos 3 e 4 e as referências globais passaram por auditoria independente, número por número:
- auditoria do grupo 3: 65 afirmações, 13 corrigidas e 6 removidas;
- auditoria do grupo 4: 212 afirmações, 124 corrigidas e 30 removidas, incluindo citações inventadas;
- auditoria das referências globais: 42 afirmações, 1 corrigida.
Um primeiro mapa do DF foi rejeitado por citar páginas que não continham o dado, e foi refeito. Os grupos 1 e 2, os painéis e o estudo foram conferidos por amostragem na fonte.
2. Os dez achados que mudam o que o projeto sabia
- O DF não está vazio de concorrência especializada.
- A eStaff declara no próprio site (
estaff.com.br/api/metrics/regions, conferido em 01/10) 5.197 profissionais, 31 clientes e 6.544 jobs no DF. É o 4º estado dela. - Ainda assim, isso é pouco perto de SP, que tem 94% dos jobs dela. Hoje ela tem 43 vagas fixas abertas, nenhuma no DF.
- Os outros líderes (Closeer, eFreela, Switch e Bravo) não têm evidência pública no DF.
- O GetNinjas tem página de garçons em Brasília, mas é generalista e cobra do profissional.
- O mecanismo de urgência do Frila já existe. O Freelas Now, em São Paulo, avisa todos os disponíveis e fecha com o primeiro que aceita em 2 minutos, com o dinheiro em custódia no Mercado Pago. Mesmo assim, tem só cerca de 4 mil instalações. A vantagem do Frila tem de ser densidade e comparecimento medido, não o mecanismo.
- Quem paga é o contratante. Em 13 dos 22 apps só ele paga, e nas 10 referências globais também. Só o GetNinjas cobra apenas do profissional, e essa cobrança é a queixa central dele. Custo zero para o profissional é requisito do mercado, não diferencial.
- Todo app de turno que cresceu de verdade faz o dinheiro passar por ele, aqui e lá fora. Essa é uma leitura do estudo a partir das fichas, não um dado de mercado. Nenhum que deixa o pagamento por fora mostrou receita relevante. É a maior tensão com a RN09 do Frila.
- Quem cobrou sem processar o pagamento cobrou valor fixo. A Instawork, em 2016, cobrava US$ 100 por contratação enquanto o restaurante pagava o contratado direto. A Apli cobrava um valor por pessoa por dia.
- Passar o dinheiro pelo app não cria liquidez sozinho. A Freela Serviços tem pagamento no app, seguro e tabela pública, e declara 223 contratações para 202.743 cadastrados. A lição "cadastro não é liquidez" vale em dobro.
- O caminho que se repete: grátis ou barato → taxa por transação → receita recorrente de gestão. É um padrão observado nas fichas.
- A Closeer levou cerca de 5,5 anos nesse caminho.
- A eFreela e o Lan Up levaram de 1 a 3 anos.
- O Lan Up virou SaaS de ponto e gestão para terceirizadas, de R$ 200 a R$ 2.000 por mês.
- Quem deu certo ficou anos na primeira praça.
- O YOLO Club, nascido em Brasília, levou cerca de 6 anos até SP.
- A Instawork e a Switch, cerca de 4.
- O Duo Gourmet, cerca de 2,5.
- Lá fora, quase todos os grandes de staffing por turno nasceram numa cidade só. A GigSmart, que abriu o país cedo, acumulou queixas de turnos a horas de distância e de falta de gente em várias regiões.
- O vínculo é o passivo que explode.
- Nos EUA, a maioria nasceu com autônomo e houve acordos judiciais e com procuradorias de US$ 400 mil a US$ 4,17 mi.
- Várias passaram a oferecer também empregado registrado, por uma empresa separada. A afiliada da Instawork é de 2021, criada por pressão de clientes e antes dos acordos. A Shiftsmart segue só com autônomo.
- Entre as que já são empregadoras, a margem bruta fica entre 8,6% e 12,4%.
- No Brasil, o Tema 1291 do STF segue em aberto, e a saída sugerida pela pesquisa é parceria com uma agência de trabalho temporário, não virar uma.
- O que diferencia é presença verificada, dinheiro rápido e ferramenta para o contratante recorrente.
- O básico, que não diferencia ninguém: notificação, candidatura, seleção, avaliação, reputação e chat.
- O que diferencia: check-in no local (8 apps), saque rápido (4), favoritos (7) e escala (11).
- No Reclame Aqui, as queixas de profissional mais comuns no setor são bloqueio sem explicação, pagamento retido e candidatura sem resposta.
3. A concorrência no DF
O detalhe e as 77 fontes estão no mapa da concorrência real no DF. Lá, cada URL foi aberta e contém o dado citado. O cruzamento com os 22 apps está no painel.
Quem atende o DF hoje:
| Quem | O que se sabe com fonte |
|---|---|
| Os 22 apps | Só a eStaff declara operação no DF: 31 clientes e 6.544 jobs no contador do próprio site, sem período informado. Não tem nenhuma vaga aberta no DF, nem cliente nomeado ou notícia local. O verificador de cidade dela só reconhece "Brasília". O GetNinjas tem página de garçons em Brasília, mas é generalista e cobra do profissional. O 99Freelas está no DF só em projetos digitais. Os demais não têm evidência pública no DF. |
| Agências de evento e facilities | Pelo menos seis: Way, M3F, Green House, Mary Help (três unidades), Garçom Classe A e 61 Eventos (esta sem garçom). Nenhuma publica preço; o atendimento é por orçamento. A Garçom Classe A, por exemplo, atende "buffets e organizadores de eventos em Brasília". |
| Agências de RH nos portais | A Gi Group anunciou 100 vagas de "Garçom - Brasília na modalidade eventual", e outras recrutadoras publicam freela de restaurante e cozinha "na diária". |
| Portais de vagas | Anúncio de freela é raro nos portais: só 0,7% dos posts do Brasília Empregos e 0,5% dos do Hora do Emprego DF, de julho a setembro, contêm a palavra "freelancer", em qualquer setor; 1 vaga no Indeed e 0 na Catho para "garçom freelancer" em Brasília. Inferência: a demanda corre por outros canais, provavelmente WhatsApp e indicação. Isso é hipótese para o campo, não fato. |
Preço de referência:
- Convenção coletiva vigente: CCT 2026/2028 Sindhobar × SECHOSC-DF (MTE DF000380/2026, de 01/05/2026 a 30/04/2028), conferida no PDF.
- Piso: R$ 1.750,68.
- Extra de buffet, por até 7 horas, com refeição gratuita:
| Função | Fora do estabelecimento | Dentro |
|---|---|---|
| Garçom, barman e chapeiro | R$ 252 | R$ 178 |
| Ajudante e copeiro | R$ 202 | R$ 146 |
- A varredura de 20/09 e os documentos de produto citam a CCT 2024/2026, que venceu.
- Diária anunciada no DF: de R$ 100 a R$ 250. Na amostra de 22 anúncios de julho a setembro de 2026, 10 dos 16 anúncios que informam a diária ficam entre R$ 150 e R$ 190. O garçom aparece entre R$ 150 e R$ 220. Por hora, isso fica abaixo da tabela de extra de buffet da CCT para serviço fora do estabelecimento.
Dores com fonte:
- Falta de mão de obra: "a mão de obra não existe mais em Brasília, acabou", disse o presidente do Sindhobar em setembro de 2026.
- Medo trabalhista: em pesquisa nacional da Abrasel, 56% dos empresários temem problemas com extras e eventuais, a principal preocupação trabalhista do setor.
- Transporte noturno: o metrô fecha às 23h30 de segunda a sábado, e metade das vagas noturnas da amostra com hora de fim informada termina depois disso.
O que isso significa para o Frila:
- No DF, nenhum app especializado tem rastro público de operação. Quem atende o mercado são agências sem preço público e canais que não aparecem em portal.
- Mas a eStaff é ameaça alta, como diz a ficha dela: declara 31 clientes e 6.544 jobs, e os turnos de freela dela só aparecem dentro do app, que nenhum agente abriu. As duas coisas são verdade ao mesmo tempo. Confirmar a operação dela no DF é tarefa de campo.
- O argumento de venda já tem fonte: falta de gente, medo trabalhista e transporte.
- O preço de referência está escrito: CCT e anúncios.
- O tamanho do mercado informal e a taxa de falta seguem como hipóteses para o campo (seção 6 do mapa).
4. Modelo de negócio: como os maiores nasceram e para onde foram
O detalhe está no estudo, seções 1 e 2, e nas referências globais.
| Caso | Nasceu como | Virou | Lição |
|---|---|---|---|
| Closeer | Grátis por 6 meses para os dois lados (dez/2018); depois, 10% por job do profissional mais mensalidade do contratante; em 2021, o profissional deixou de pagar | Carteira pré-paga do contratante com taxa na recarga, mensalidade no plano inicial, parceria com a Abrasel | Tirou a cobrança do trabalhador e passou a monetizar o fluxo de dinheiro do contratante |
| eStaff | Nasceu em 2020 dentro do grupo Eshows (música ao vivo para bares) | Freelancers de eventos e hospitalidade em escala nacional: 1.483.918 cadastrados declarados, 524 mil "disponíveis" e 39 mil "experientes"; também vagas CLT | Escala de cadastro com concentração extrema: 94% dos jobs em SP |
| eFreela | Nasceu em Goiânia | "Sistema para gestão de freelancers"; retém 10% do freelancer | Ir para a gestão; único de turno que cobra do trabalhador |
| Switch | 3 anos operando por WhatsApp antes do app | Preço por hora com margem embutida, +10% por urgência, 50% do salário na efetivação | Validar a operação antes do produto; cobrar urgência e efetivação |
| Lan Up | Banco de talentos para bares, restaurantes e eventos (cobrança inicial não encontrada) | SaaS de ponto e gestão para terceirizadas, de R$ 200 a R$ 2.000 por mês | Foi da conexão para a gestão. Receita e motivo do pivô não são públicos |
| GetNinjas | Assinatura por volume de pedidos | Moedas por contato (2016) | Receita sem processar o pagamento, mas o risco fica com o profissional, e a queixa vem daí |
| Fiverr | Serviço a US$ 5 | Preço livre, plano Pro e ferramentas pagas; hoje 20% do vendedor e 5,5% do comprador | O preço simples ajudou a entrada; depois precisou de escopo maior |
| Instawork (EUA) | Mural de vagas fixas de cozinha; US$ 100 por contratação | Staffing por turno com pagamento intermediado; autônomo e registrado | Valor fixo enquanto não controla o dinheiro |
| Syft / Indeed Flex | Já nasceu empregadora (15%) | Comprada pela Recruit/Indeed em 2019 | Vínculo formal desde o começo custa margem |
| YOLO Club (Brasília) | Passaporte impresso de 60 restaurantes, com parceiros buscados porta a porta | App; ~6 anos até SP, 9 até João Pessoa | Densidade local antes de expandir; abrir praça com líder local e pré-lista |
| Duo Gourmet (BH) | Nasceu em 2013; em 2015, o guia impresso tinha 37 restaurantes e custava R$ 49,90 | 235 cidades; 70% comprados pelo Inter em 2021; plano anual de R$ 210 para R$ 708 | Escada de preço: entra barato e sobe com densidade |
Padrões:
- Nascer numa cidade e num vertical.
- Quem paga é o estabelecimento.
- Valor fixo enquanto não processa o pagamento; percentual quando processa.
- Depois, receita de gestão: assinatura, SaaS, urgência e efetivação.
Erros que se repetem:
- cobrar antes de haver vaga;
- crescer antes da densidade;
- deixar a relação ir para o WhatsApp sem ter o que vender depois;
- pagamento lento (5 a 15 dias úteis na StaffPRO, cuja nota nas lojas é 3,1; a ligação entre as duas coisas não foi medida);
- tratar o vínculo como detalhe.
5. O que fazer, por fase
A proposta completa está no estudo, seção 5, e no playbook YOLO/Duo. Os limiares marcados com [H] são hipóteses a calibrar no piloto de 13/11, porque nenhuma fonte pública os dá.
| Fase 1 — Nascer no DF | Fase 2 — Dominar o DF | Fase 3 — Expandir | |
|---|---|---|---|
| Onde | Um núcleo dentro do raio de 15 km do despacho, não o DF inteiro | As regiões administrativas, uma a uma | Uma cidade parecida com o DF, onde um cliente atual já tenha unidade, com líder local e pré-lista |
| Preço | Grátis, com o preço futuro já mostrado e um prazo ou limite anunciado | Contratante paga valor fixo por posição preenchida com presença verificada, mais assinatura pela gestão da equipe de confiança, urgência e efetivação. Preço público | O mesmo, mais planos de rede |
| Dinheiro do turno | Por fora (RN09), com confirmação de "paguei/recebi" | Por fora (decidido em 01/10), com cobrança de valor fixo por posição | Por fora |
| Vínculo | Autônomo | Parceria com agência temporária para quem exigir vínculo formal | Igual |
| Aquisição | Âncoras de evento e buffet, rede curada porta a porta, operação manual | Indicação dos dois lados | Líder local e pré-lista na cidade nova, como no YOLO em João Pessoa |
| Sinal para avançar [H] | 8 semanas com 80% dos turnos preenchidos, primeiro aceite em até 15 minutos, 90% de comparecimento e 50% de contratantes que voltam | Margem positiva sem subsídio, roteiro de abertura escrito e demanda espontânea na cidade-alvo | — |
| Erro a evitar | Marketplace vazio; esconder o preço; exigir MEI | Percentual sem controlar o pagamento; punição automática | Abrir várias cidades de uma vez |
Features sugeridas pela evidência (seções 5.2 e 7.3 do estudo):
- confirmação "paguei/recebi";
- taxa de cancelamento do estabelecimento na reputação;
- QR Code como segunda via de check-in;
- aviso a quem não foi escolhido;
- campo de refeição e transporte na vaga.
A última responde a uma dor documentada também pela CCT do DF.
6. Decisões do Cauê (01/10/2026)
- RN09: decidido. O pagamento do turno continua por fora do app. O modelo de cobrança da fase 2 é cobrar do contratante valor fixo por posição preenchida com presença verificada, mais assinatura pela gestão da equipe de confiança. É o que fez quem cobrou sem processar o pagamento.
- Preço: em aberto. O valor por posição e o da assinatura ainda não estão definidos e saem do piloto. A recomendação de mostrar o preço futuro desde o lançamento continua de pé.
- Vínculo: em aberto. A parceria com uma agência de trabalho temporário segue como questão para o jurídico, junto com o parecer do Tema 1291.
- Documentos de produto: em atualização. O
produto/04-MERCADO-E-CONCORRENCIA.mde o02-O-NEGOCIO.mddizem coisas que a pesquisa corrige: - que o DF está vazio, quando a eStaff declara operação;
- que o despacho é inédito, quando o Freelas Now já faz;
- que a eFreela cobra do contratante, quando cobra do freelancer;
- a taxa do Freelas Now e números da eStaff e da Switch;
- que a Qwick faliu, o que não se confirmou;
- que a convenção vigente é a CCT 2024/2026, quando é a 2026/2028. Isso vale também para a varredura de 20/09.
A lista completa está na seção 7 da síntese do grupo 1, na seção 4 da síntese do grupo extra e no topo das referências globais. A pedido do Cauê, eles estão sendo atualizados com a pesquisa.
- Trello. Os cartões #153 (checagem de concorrentes no DF) e #151 (modelo de negócios) foram para Em andamento com o Cauê como membro, com o resultado da pesquisa comentado.
7. O que a pesquisa não responde e só o campo responde
- Frequência de falta de última hora no DF. Continua sem fonte pública, como na varredura de 20/09.
- Quanto do mercado do DF roda por WhatsApp e por intermediários informais, e quanto eles cobram.
- Preço de diária praticado, além da amostra de anúncios públicos.
- Disposição a pagar do contratante e qual modelo ele prefere: fixo, percentual ou assinatura.
- Quem são os 31 clientes da eStaff no DF e como eles avaliam o serviço.
- Os limiares [H] das fases. Saem do piloto.
Essas perguntas devem entrar no roteiro de validação de campo e nas entrevistas.