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Challenge 18
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PRODUTOFRILA MD Original

Frila · Evidências

A pesquisa de mercado e de problema foi coletada em 12 de setembro de 2026. A pesquisa de concorrência foi aprofundada em 14 de setembro de 2026. Onde a fonte é mais antiga, a idade está sinalizada.

Equipe BlendOps
Cauê Carneiro, Fabrício Tosta, João Paulo, Júlia Clovandi, Matheus Silva
Data
Contexto
FrilaChallenge 18 (Apple Developer Academy)

Versão 1.1 · 1º de outubro de 2026

O lastro do que o README.md afirma. Este documento existe para separar o que sabemos do que achamos, e diz com a mesma clareza o que não foi possível verificar. Nenhuma frase aqui vale por ser convincente; vale pela marca que carrega.

É uma reunião de duas fontes detalhadas: 01-O-PROBLEMA.md, de onde vem a evidência sobre o problema e sobre quem trabalha, e 04-MERCADO-E-CONCORRENCIA.md, de onde vêm o tamanho de mercado e os dossiês de concorrente. Os dois seguem sendo a fonte da verdade; onde houver divergência com este arquivo, vale o que está lá.

A pesquisa de mercado e de problema foi coletada em 12 de setembro de 2026. A pesquisa de concorrência foi aprofundada em 14 de setembro de 2026. Onde a fonte é mais antiga, a idade está sinalizada.

Revisão de 01/10/2026 (versão 1.1). Este documento incorpora a pesquisa de concorrentes e de modelo de negócio de 01/10/2026: 22 fichas, dois painéis, o mapa da concorrência no DF, as referências globais e o estudo de modelo de negócio, em pesquisa/concorrentes/analises/. O que vem dela está marcado como pesquisa de 01/10. Mudaram as seções 1.2, 1.7, 2, 3, 4, 5 e 6. Nenhum agente abriu os apps. Worc, Toopa e 7shifts não entraram nessa pesquisa e seguem com o registro de 14/09.

Nenhuma das páginas consultadas continha texto dirigido a agentes de IA. Reclame Aqui, TSE e o site da Abrasel bloquearam acesso automatizado (HTTP 403) em setembro; o conteúdo dessas veio de resumo de busca e de cobertura de imprensa, e está sinalizado no texto. Na pesquisa de 01/10, o Reclame Aqui foi lido direto na página de cada empresa, e os números estão no painel do Reclame Aqui.

Como ler as marcas

MarcaO que significa
DadoNúmero ou fato de fonte identificada, com link e data
RelatoPessoa falando: avaliação de loja de aplicativo, reclamação registrada, entrevista publicada. Sinal, não estatística, sempre com quantos relatos foram vistos
Fonte interessadaMaterial de quem vende algo neste mercado: concorrente, fornecedor de software, consultoria. Citado como pista, nunca como prova
[H]Hipótese nossa, sem confirmação
LacunaPergunta que a internet não responde e que só campo responde

1. O mercado em números

1.1. Food service

Dado 90% dos empresários de bares e restaurantes classificam a contratação como difícil ou muito difícil. Motivos declarados: falta de qualificação (64%), ausência de interessados (61%), horários pouco atrativos (33%), alta disputa pelos profissionais (23%), migração da mão de obra para outras áreas (21%). Em cargos como sushiman, churrasqueiro e cozinheiro, 88% classificam a dificuldade como alta ou muito alta. Uma leitura de fim de 2025 aponta 88% com dificuldade e inverte a ordem dos motivos: falta de interessados (32%) à frente da escassez de qualificados (31%). (Abrasel · Diário do Comércio)

Dado Rotatividade de 73,49% entre dezembro de 2024 e novembro de 2025. Na média, é como se cada bar ou restaurante substituísse todo o quadro a cada 16 meses. A página primária bloqueou acesso automatizado; o dado foi confirmado pelo Monitor Mercantil. (Abrasel)

Dado Faturamento de R$ 495 bilhões em 2025, contra R$ 455 bilhões em 2024, com vendas 4,2% maiores no segundo trimestre de 2026. (Abrasel · Índice Abrasel-Stone)

Dado, fonte secundária. Cerca de 1,5 milhão de estabelecimentos de alimentação com CNPJ ativo no Brasil, segundo a Receita Federal até 2024, citada via OndeAbrir.

Análise publicada. Reportagem de janeiro de 2023, ouvindo Abrasel, Sindehotéis, DIEESE e uma socióloga da UFPR, sustenta que há vaga fixa sobrando e profissional recusando: "há oferta de trabalho fixo, mas não há vantagens em se estar fixo". O texto aponta trabalho temporário rendendo R$ 100 a R$ 150 por diária contra cerca de R$ 84 por dia no regime CLT, além de jornada com poucas folgas, gorjeta não repassada e hora extra não paga. (Flávia Schiochet) Dado de 2023, valores defasados, argumento talvez não.

Se a escolha pelo avulso for do trabalhador, e não só uma emergência do empregador, o trabalho avulso deixa de ser remendo do mercado formal e passa a ser uma forma de trabalho que as duas pontas escolhem. Isso mudaria o tom do produto inteiro. Falta confirmar em campo se vale para quem trabalha em evento e em bar no DF hoje.

Lacuna Nenhuma fonte pública encontrada responde com que frequência falta alguém no turno, quanto tempo o gestor leva para resolver, ou quanto custa não resolver. As páginas que tratam disso são de fornecedores de software de escala vendendo a própria solução: fonte interessada, não medida.

1.2. Distrito Federal

Dado Quase 30 mil estabelecimentos de alimentação e hospedagem no DF, empregando cerca de 100 mil trabalhadores. O Sindhobar-DF representa 14 mil estabelecimentos. (Abrasel-DF via Correio Braziliense, 05/2026)

Dado Em setembro de 2025, 43% dos estabelecimentos do DF operavam com lucro, 33% no equilíbrio e 21% no prejuízo. 40% relatam inadimplência de clientes. Leitura: sensibilidade a preço tende a ser alta. (Correio Braziliense)

Dado, pesquisa de 01/10. Quem atende o DF formalmente hoje são agências de evento e de facilities: pelo menos seis (Way, M3F, Green House, Mary Help com três unidades, Garçom Classe A e 61 Eventos, esta sem garçom), e nenhuma publica preço. Nos portais de vagas locais, anúncio de freela é raro: 85 de 11.992 posts do Brasília Empregos (0,7%) e 12 de 2.602 do Hora do Emprego DF (0,5%), de julho a setembro de 2026, contêm a palavra "freelancer", em qualquer setor. Inferência: a demanda de extra corre por contato direto e WhatsApp, o que ainda é hipótese. (Mapa da concorrência real no DF, seções 1 e 3)

Relato, fonte interessada. "A mão de obra não existe mais em Brasília, acabou", disse o presidente do Sindhobar em setembro de 2026. Dado Em pesquisa nacional da Abrasel de março de 2025, 56% dos empresários temem problemas com o trabalho de extras e eventuais, a principal preocupação trabalhista do setor. Dado O metrô do DF fecha às 23h30 de segunda a sábado, e metade das vagas de tarde e noite da amostra de anúncios com hora de fim informada termina depois disso. (Mapa do DF, seção 5)

Lacuna Quantos desses estabelecimentos usam trabalho avulso com regularidade. A única pesquisa encontrada sobre isso é da própria Closeer (64,58% dos respondentes, fim de 2021, amostra e método desconhecidos): fonte interessada pesquisando o próprio mercado.

1.3. Eventos

Dado R$ 25,33 bilhões movimentados no primeiro bimestre de 2026, o maior valor da série histórica iniciada em 2019. O estoque de empregos formais do núcleo do setor chegou a 205.538 vínculos em fevereiro de 2026, contra 111.401 em 2019, alta de 84,5%. Organização de eventos cresceu 149,1% em vínculos formais no mesmo período. A projeção para 2026 é de 143 mil novas vagas formais e crescimento de 7,8%. (ABRAPE · Diário do Turismo · Panrotas)

Dado, antigo. Pesquisa acadêmica sobre trabalho em eventos aponta 71,1% dos trabalhadores de cultura e lazer na informalidade, com base no IPEA, e descreve o recrutamento acontecendo em grupos de Facebook dedicados a vagas de evento. Registra ainda jornadas de 10 a 12 horas pagas a R$ 40 a R$ 50 no Lollapalooza 2018, pagamento em alguns casos só 45 dias depois, ausência de EPI, lesões, retenção de documento e exigência estética. (Angela Teberga, UFT, 04/10/2020) Dado de 2020, base de 2018. Serve para mostrar que o problema é antigo e estudado, não para afirmar o que acontece hoje.

Lacuna O crescimento medido pela ABRAPE é de vínculo formal. O trabalho de um dia, o garçom da formatura ou quem bipa o ingresso do show, não entra nessa estatística. Não existe, em fonte pública encontrada, número de trabalhadores avulsos por evento no Brasil. O segmento que o Frila quer atender em eventos é justamente o que nenhuma estatística oficial conta.

Relato Reclamação registrada por uma freelancer contratada por 15 dias por uma produtora de eventos, dispensada no segundo dia quando a empresa reduziu a equipe, sem receber pelos dias trabalhados e tendo que arcar com o transporte para devolver o uniforme. (Reclame Aqui) Um relato só, e o site bloqueia acesso automatizado; o texto chegou pelo resumo de busca.

1.4. Campanha política

Campanha política saiu do radar do produto em 21/09/2026. A evidência fica registrada como oportunidade futura.

Dado A Portaria TSE nº 444/2026 fixa os limites de contratação, direta ou terceirizada, de pessoal para militância e mobilização de rua nas Eleições Gerais de 2026. Em municípios com até 30 mil eleitores, o limite é 1% do eleitorado. Em cidades maiores e no Distrito Federal, começa em 300 pessoas e sobe uma contratação a cada mil eleitores adicionais. O limite vale para a chapa inteira: candidato, vice e suplentes. Estourar o teto pode configurar corrupção eleitoral e abuso de poder econômico, com risco de perda de registro ou diploma. (TSE · Gazeta do Povo) A página do TSE bloqueia acesso automatizado; os números vieram do resumo de busca e da cobertura de imprensa, e devem ser conferidos na fonte antes de virar decisão.

O que se pode ler disso, com cuidado: existe volume, porque uma chapa no DF pode contratar centenas de pessoas legalmente, e existe obrigação de registro, porque campanha presta contas e pagamento de pessoal é despesa declarável. Um registro auditável de quem trabalhou, quando e por quanto tem valor específico aqui. [H]

Lacuna Nenhuma fonte encontrada descreve como essas pessoas são recrutadas e pagas na prática, nem qual a dor de quem organiza. Todo o segmento político está sustentado em uma única portaria e em inferência nossa.

1.5. WhatsApp e grupos

Dado WhatsApp instalado em 98,3% dos smartphones brasileiros e na tela inicial de 64,8% deles, contra 53% um ano antes. Super Panorama Mobile Time/Opinion Box, 4.138 respondentes, margem de erro de 1,5 ponto percentual. (Mobile Time, 09/06/2026)

Dado 82% dos pequenos negócios usam o WhatsApp para comercializar produtos e serviços, contra 57% no Instagram e 30% no Facebook. Pesquisa Pulso dos Pequenos Negócios do Sebrae, 12ª edição, mais de 8,2 mil empreendedores ouvidos em fevereiro e março de 2026. (Agência Sebrae)

Dado Diretórios públicos listam grupos ativos de freelancer para bares, restaurantes e eventos em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Fortaleza. Um deles, "Freelancer bares e restaurantes", registra 2.668 acessos pelo diretório. As regras publicadas do grupo são só de conduta: proibido conteúdo adulto, palavrão, menor de idade, link. Não há nenhuma regra sobre pagamento, comparecimento ou responsabilidade. (GruposWhats) Os próprios diretórios descrevem o modelo: combina-se tudo pelo WhatsApp, confirma-se um dia antes, e quem administra o grupo não participa do pagamento nem do trabalho.

O que isso permite afirmar. O WhatsApp resolve distribuição com custo zero, alcance quase universal e nenhuma fricção de cadastro. Qualquer produto que se proponha a substituí-lo compete com algo gratuito já instalado em praticamente todo celular do país.

O que isso não permite afirmar. Que o WhatsApp funciona mal. Não encontramos nenhuma fonte independente medindo taxa de furo, calote ou insatisfação de quem contrata por grupo. O que existe é: fonte interessada, blogs de fornecedores de software para restaurante afirmando que acordo por WhatsApp gera conflito de escopo e disputa de pagamento, escritos por quem vende o contrário do WhatsApp; e inferência estrutural, não medida, de que nada no canal garante que alguém apareça ou que alguém pague. Isso é característica verificada do canal, não medida de quantas vezes dá errado.

Lacuna, a mais importante de todas. Se a ausência de garantia incomoda o suficiente para alguém trocar de ferramenta, e pagar por isso.

1.6. Fim da escala 6x1

Dado A PEC 221/2019 foi aprovada na Câmara em 27/05/2026 (472 × 22 no primeiro turno) e na CCJ do Senado em 02/09/2026; falta o plenário do Senado. O texto prevê transição gradual de 44 para 40 horas semanais. A CNC estima alta de quase 20% na folha se houver contratação adicional; a Abrasel-DF projeta repasse de até 8% no cardápio. (Wikipédia, atualizada em 03/09/2026)

Inferência, não fato. Com dois dias de folga por semana, a cobertura de turno avulso tende a crescer: mais buracos de escala para tapar sem aumentar o quadro fixo. Modo de falha: a PEC pode ser alterada ou barrada no Senado, e a transição gradual pode diluir o efeito por anos.

1.7. Valores praticados

Fonte interessada. Blogs de fornecedores do setor citam R$ 10 a R$ 15 por hora, diária de oito horas entre R$ 80 e R$ 150, e de R$ 120 a R$ 350 por evento (Goomer). Em Brasília, anúncio de garçom freela a R$ 130 de diária em agregador de vagas (Jooble, 09/2026). São referências, não tabela de mercado.

Dado, pesquisa de 01/10. A convenção coletiva vigente no DF é a CCT 2026/2028 entre Sindhobar e SECHOSC-DF, registro no MTE DF000380/2026, com vigência de 01/05/2026 a 30/04/2028; a CCT 2024/2026, citada pela varredura de 20/09, venceu em 30/04/2026. Piso de R$ 1.750,68. Extra de buffet por serviço de até 7 horas, com refeição gratuita: garçom, barman e chapeiro a R$ 252 fora do estabelecimento e R$ 178 dentro; ajudante de cozinha, de bar e copeiro a R$ 202 e R$ 146. A tabela é a referência normativa do extra de buffet, não um piso geral de diária. Conferido no PDF publicado pelo Sindhobar. (Mapa do DF, seção 4.1)

Dado, pesquisa de 01/10. Numa amostra de 22 anúncios de freela do DF, de julho a setembro de 2026, a diária vai de R$ 100 a R$ 250; 10 dos 16 que informam o valor ficam entre R$ 150 e R$ 190, e o garçom aparece entre R$ 150 e R$ 220. Por hora, de R$ 11,76 a R$ 35,00, abaixo dos R$ 36,00 da tabela de buffet para o garçom fora do estabelecimento. É amostra de anúncio público, não medida do preço praticado. (Mapa do DF, seção 4.2)

Fonte interessada. Escritórios de advocacia publicam orientação sobre o que fazer quando o freelancer não recebe: notificação extrajudicial e Juizado Especial Cível para valores de até 40 salários mínimos. A existência desse conteúdo indica demanda, não mede quantos casos existem.


2. O que diz quem trabalha nas plataformas

A fonte mais rica encontrada sobre o lado da oferta não é reportagem. São as avaliações públicas dos aplicativos concorrentes, escritas por quem usa. Coleta própria no Google Play e na App Store em 12/09/2026.

AplicativoPúblicoGoogle Play (12/09)App Store (14/09)
Closeerprofissional4,6 · 5.6744,1 · 562
estaffprofissional4,0 · 3.2633,1 · 545
eFreelaprofissionalver lacuna abaixo4,6 · ~1,5 mil
Switch Profissionaisprofissionalnão coletado4,8 · ~2,2 mil
Switch Estabelecimentoscontratante4,8 · 2344,9 · 265

A loja muda tudo, e isso já confundiu a leitura uma vez. Os mesmos aplicativos têm notas bem diferentes nas duas lojas, porque no Brasil o Android concentra muito mais avaliação e cada loja tem sua própria população de usuários. A Closeer é 4,6 no Google Play e 4,1 na App Store; a estaff, 4,0 e 3,1. Não é contradição de dado, é loja diferente. Toda nota só significa alguma coisa junto com a loja e a data. Os números da App Store foram verificados por acesso direto em 14/09/2026.

Lacuna, resolvida em 01/10. A nota da eFreela no Google Play não fechava entre as duas coletas: 4,5 com 1.978 avaliações numa, 3,1 com 178 na outra. A pesquisa de 01/10 leu a página pública da loja: 4,6 com 2,41 mil avaliações. O 3,1 com 178 não se confirma.

Atualização de 01/10/2026, do painel de lojas: Closeer, Google Play 4,6 (6,76 mil) e App Store 4,2 (641); estaff, 4,4 (5,32 mil) e 3,1 (561); eFreela, 4,6 (2,41 mil) e 4,6 (1.524); Switch Profissionais, 4,7 (6,54 mil) e 4,8 (2.170). As contagens do Google Play são maiores que as da coleta de 12/09 (estaff: 3.263 avaliações então, 5,32 mil agora); a diferença não foi reconciliada.

Relato, o padrão mais forte: "me candidato e nunca sou chamado". Ao menos oito avaliações com essa queixa, em três aplicativos de empresas diferentes.

  • "A plataforma parece um clube fechado, onde sempre os mesmos freelancers são escolhidos, dificultando oportunidades para novos usuários." (estaff, 1★)
  • "Acredito que os estabelecimentos têm seus freelancers 'fixos', sendo assim, por que publicam as vagas?" (estaff, 1★)
  • "Já estou a 6 meses e até hoje nunca fui chamado, e olha que me candidato a praticamente todas as vagas." (estaff, 3★)
  • "As empresas não contratam freelancers novos, não importa a função, a disponibilidade ou experiência. […] a maioria deixa como 'pendente' e nunca responde." (estaff, 1★)
  • "São centenas de freelancers para uma única vaga, acaba sendo praticamente um tiro no escuro." (eFreela, 1★)
  • "Um APP de freelancer que não tem freelancer. 1 mês no APP com um total de ZERO TRABALHOS." (Closeer, 1★)

Isso desloca o problema. Em plataforma, gente disponível sobra. O que falta é motivo para o contratante confiar em alguém que ele não conhece.

Relato, o aviso não chega. Seis avaliações em dois aplicativos. Quem elogia o produto reclama disso do mesmo jeito que quem detesta.

  • "As notificações de Job que te oferecem não chegam. Você tem q entrar de 10 em 10 minutos e olhar." (Closeer, 1★)
  • "Aparece no sino aviso de Jobs, mas qdo entra pra ver o contratante já sumiu." (Closeer, 5★, e a mesma observação aparece em outra de 4★)
  • "Após a última atualização o app não envia mais sequer uma notificação de vaga ao serem lançadas." (eFreela, 1★)
  • "Eu já fui chamada 2 vezes e perdi por conta disso." (eFreela, 5★)
  • "Perco muitas oportunidades porque não entro com tanta frequência." (Closeer, 3★)

Relato, não se consegue nem entrar. Cadastro travado antes de qualquer trabalho: selfie que não centraliza (Closeer), foto de documento que não sobe (eFreela, três avaliações distintas), reconhecimento facial que não reconhece (eFreela), endereço que o app não encontra (Closeer), campo de experiência com bug que impede concluir o currículo (eFreela, três avaliações). Uma avaliação recusa o processo por desconfiança: "não acho seguro adicionar minha foto segurando meus documentos" (estaff, 2★).

Relato, punição percebida como injusta. "Cancelei um freela com 2 dias de antecedência e fui punida ficando bloqueada 1 semana inteira" (estaff, 1★). "Eles vêm bloqueando permanentemente perfis que são bem ativos […] vc tendo 2 desistências já é motivo deles te bloquear permanente" (estaff, 1★). Em um caso, a punição veio por não comparecer a uma vaga que havia sumido do aplicativo (eFreela, 1★).

Relato, pagamento divide opiniões no mesmo mercado. Do lado bom: "paga certinho" (estaff, 3★), "Pix direto na conta, sem taxas e descontos" (estaff, 4★), "saque que cai após o expediente" (Closeer, 4★), "pagam em dia" (Closeer, 3★). Do lado ruim: "grande parte de vagas demora uma semana para serem pagas" (estaff, 2★), "repasses podem levar até uma semana" (estaff, 5★), e um caso de diária cumprida e não paga porque o estabelecimento não iniciou o job no aplicativo, duas vezes com a mesma pessoa (Closeer, 4★).

Relato, o valor da diária é a crítica moral recorrente. "Receber entre 13 e 9 reais por hora é absurdo" (Switch Profissionais, App Store, 17/01/2023). "Atendente 6h = R$ 60-70. Vale só se passando fome" (02/12/2025). Um garçom relata R$ 73 onde esperava R$ 100 (01/02/2022). A crítica aparece até no aplicativo do contratante: "Pagar 10 reais por hora pra alguém. Povo brasileiro tá na lama mesmo" (Switch Estabelecimentos, 1★).

Relato, falta um canal para combinar o básico. "Deveria ter a opção de chat com o contratante, muita das vezes tenho algumas dúvidas que não estão descritas na vaga, aí chega no local sem muita informação" (Closeer, 4★). Duas avaliações do eFreela relatam aceite em cima da hora, sem tempo de deslocamento: "obrigando muitas vezes o candidato a gastar com app de corridas".

Dado O tom muda radicalmente entre os dois lados. O aplicativo do estabelecimento da Switch tem 4,8, com avaliações como "muito bom, rápido e prático, auxilia muito no processo de contratação". Os aplicativos do profissional, das mesmas empresas, acumulam as queixas acima. Quem contrata está satisfeito; quem trabalha, muito menos.

Fontes da coleta: Closeer · estaff · eFreela · Switch Estabelecimentos · Switch Profissionais · eFreela Empresas


3. Os concorrentes

Números de tração são o que cada empresa declara. Nenhum foi auditado, salvo quando sinalizado o contrário.

Os 22 apps da pesquisa de 01/10/2026, na ordem dos grupos. Notas das lojas, reputação no Reclame Aqui (RA) e presença no DF são de 01/10/2026. A tabela e os perfis são os mesmos de 04-MERCADO-E-CONCORRENCIA.md, seções 3 e 4; o detalhe de cada app está na ficha, em pesquisa/concorrentes/analises/.

ConcorrenteFocoComo cobraTração declarada (não auditado)Presença no DFNota agregada
CloseerFood service, hotelaria, varejo, cozinha industrial, eventos; também vaga fixaContratante: taxa na recarga de uma carteira pré-paga, mais mensalidade no plano inicial (valores não públicos). Parceria com a Abrasel: mensalidade grátis e 50% na primeira taxa de recarga1,1 mi de jobs, 670 mil cadastrados, 6 mil unidades, R$ 150 mi pagos a profissionaisSem evidência públicaApp Store 4,2 (641) · Google Play 4,6 (6,76 mil) · RA 8,5
estaffBares, restaurantes, buffets, eventos, hotéis — modelo dual freela + CLTComissão do contratante, com "planos e condições distintas" (não pública); grátis para o profissional1.483.918 cadastrados, dos quais 524.519 "disponíveis" e 39.317 "experientes"; 998 mil jobs; 1.515 clientes; R$ 128,9 mi repassadosDeclarada pela empresa: 5.197 profissionais, 31 clientes e 6.544 jobs. Nenhuma vaga fixa aberta no DFApp Store 3,1 (561) · Google Play 4,4 (5,32 mil) · RA 6,8
eFreelaBares, restaurantes, hotéis, eventos; hoje se vende como "sistema para gestão de freelancers"10% retidos do freelancer; 3% por depósito do contratante; plano PRO e software de gestão (preço não público)"Mais de 300 mil freelancers" e "mais de 100 mil serviços"Sem evidência pública — GO, MG, SP, RJ, MA, ALApp Store 4,6 (1.524) · Google Play 4,6 (2,41 mil) · RA 6,7
SwitchBares, restaurantes, hotéis, supermercados; também recrutamento fixoContratante paga hora tabelada, com a margem embutida (tabela não pública); +10% com menos de 24 h; 1 hora por cancelamento tardio; 50% do salário-base na efetivação75 mil serviços, 30 mil profissionais e 1.200 empresas na home; 80 mil no blog. Contadores parados desde 2023 e 2025Sem evidência pública — Grande Vitória, SP, BH, RioApp Store 4,8 (2.170) · Google Play 4,7 (6,54 mil) · RA "Não recomendada"
Bravo EventosStaff de eventos — app de recrutamento de uma agênciaProdutora paga a agência, por cotação (não público); a agência paga o profissional por fora do appNão publica; cerca de 208 mil instalações no AndroidSem evidência pública — São PauloApp Store 2,5 (66) · Google Play 2,5 (181) · RA "Não recomendada"
FiverrFreelance digital 100% remoto — referência de modelo, não concorrente direto20% do vendedor; 5,5% do comprador; assinatura Seller Plus de US$ 25 e US$ 49 por mês2T26: US$ 97,8 mi de receita e 2,7 mi de compradores anuaisNão aplicável (remoto)App Store 4,8 (3.286) · Google Play 3,1 (361 mil)
99FreelasProjetos digitais remotos — referência de modeloIntermediação de 10% a 20% (mínimo R$ 5) e assinatura do profissional; o preço do plano muda conforme o canal+3 mi de freelancers e +130 mil projetos, cumulativosSó projetos digitais; sem turnosApp Store 1,1 (8) · Google Play 2,5 (967) · RA 7,7
GetNinjasServiços gerais — não especializadoProfissional compra "moedas" para desbloquear o contato; contratante não paga+2 milhões de profissionais, +3 mil cidades (registro de 14/09). Prospecto: 112 mil profissionais ativos e 4,2 mi de pedidos em 2020Confirmada — páginas locais ativas em Brasília, inclusive eventosApp Store 4,2 (16,8 mil) · Google Play 3,7 (182 mil) · RA 8,5
TradePRO FreelanceTrade marketing no varejo — adjacenteA empresa paga o trabalho; a cobrança da plataforma não é pública; exige MEI do promotorNão divulgadaIndícios genéricos; sem vaga de hospitalidadeApp Store 3,1 (21) · Google Play 2,9 (135)
Freelancer (na loja, "Hire & Find Jobs")Projetos remotos, global — referência de modelo10% do trabalhador (mínimo US$ 5) e 3% do cliente (mínimo US$ 3); assinaturasReceita de A$ 53,2 mi em 2025 (grupo, inclui pagamentos)Não aplicável (remoto)App Store 4,3 (181) · Google Play 3,8 (73,3 mil)
UmFreelaGastronomia, hotelaria e eventosContratante: R$ 3,99 por vaga concluída, a primeira grátis; ou R$ 34,90 por mês mais R$ 1,49 por vaga. Pagamento do turno por fora100+ downloadsIndícios genéricos ("todo o Brasil"); operação no RSApp Store 4,3 (6) · Google Play sem nota
StaffPROStaff de eventos para produtoras; MEI obrigatórioCotação por evento (não público); repasse em 5 a 15 dias úteis+6.000 eventos, +35 mil diárias, +32 mil freelancers, R$ 6 mi em serviços prestados (não é faturamento)Indícios genéricos; SP e RJApp Store 3,1 (17) · Google Play 3,1 (153)
Staff BREstádios e, desde 2025, hospitalidade — da FutebolcardPercentual por vaga preenchida e concluída; falta não é faturada (percentual não público)98% de comparecimento e 11 minutos até o primeiro aceiteIndícios: a Futebolcard opera jogos no Mané Garrincha; sem chamada pública de bar ou eventoApp Store 4,4 (7) · Google Play 4,2 (13)
Freelas EventosEventos no interior de SPSem cobrança hoje; pagamento por fora1 mil+ downloadsSem evidência públicaApp Store 3,7 (3) · Google Play sem nota
Lan UpSaaS de ponto, escala e pagamento para terceirizadas; nasceu como banco de freelasR$ 200 a R$ 2.000 por mês, mais módulos50 mil+ downloadsSem evidência públicaApp Store 3,8 (30) · Google Play 3,2 (202)
BicosServiço doméstico e pequenos reparos — adjacenteNão divulgado; pagamento no cartão, retido até o cliente confirmar1 mil+ downloadsSem evidência públicaSem nota nas duas lojas
BIKOEventos, hospitalidade, logísticaContratante: diária mais percentual "negociado" (não publicado), com créditos pré-pagos1 mil+ downloadsSem evidência públicaApp Store 4,3 (4) · Google Play 3,5 (50)
Trampei ServiçosServiços em geral — adjacenteAssinatura do profissional (R$ 29,90) e da empresa (R$ 99,90)5 mil+ downloadsSem evidência públicaApp Store 4,0 (2) · Google Play 3,2 (16)
JobHunterClassificados de bicos; fecha no WhatsAppGratuito para os dois lados; receita de anúncio52 mil cadastrados em 240+ cidades (eram cerca de 33 mil em 14/09)Indícios genéricos; mais forte em Uberlândia e GoiâniaApp Store sem avaliação · Google Play 4,3 (164)
Meu FreelanceTrabalho avulso, sem segmento declaradoNão encontrado1 mil+ downloads; sinais de abandonoSem evidência públicaApp Store sem avaliação · Google Play 1,5 (6)
Freela ServiçosEventos, bares, festas; em 2026, também fretes, entregas, vaga CLT e campanha políticaMensalidade de R$ 0, R$ 49,90, R$ 299,90 ou R$ 499, mais taxa de 20%, 20%, 15% ou 10% por vaga. As perguntas frequentes do mesmo site dizem "sem taxa e sem mensalidade"202.743 profissionais, 412 contratantes e 223 contrataçõesIndícios genéricos ("todo o Brasil")App Store 3,8 (16) · Google Play 3,5 (45)
Freelas NowBares e restaurantes — urgência, "pra agora"; só São Paulo capitalContratante: 12% da diária (10% no Premium de R$ 29,90 por mês) pelos termos; as lojas dizem 10% e 8%. O freelancer paga 5% se quiser receber na horaNão divulgada; cerca de 4,3 mil instalaçõesSem evidência pública — lista de espera fora de SPApp Store 5,0 (4) · Google Play sem nota

Fontes da tabela: painel de lojas e DF, painel do Reclame Aqui e estudo de modelo de negócio, seção 1.

Fora da pesquisa de 01/10 (registro de 14/09/2026, não revisto):

ConcorrenteFocoComo cobraTração declaradaPresença no DFNota agregada
WorcRecrutamento e gestão para foodservice (B2B)Assinatura do contratante; grátis para o candidato3 números diferentes na própria homeNão verificadaReclame Aqui 4,3/10, "Não Recomendada"
ToopaBares, restaurantes, hotéis, eventos10% do contratante, sem mensalidade500+ estabelecimentos, 2 mil candidatos (2021)DF no roadmap de 2021, nunca confirmado. Provavelmente inativaSem reviews em nenhuma fonte

Quem atende o DF hoje (pesquisa de 01/10):

QuemO que se sabe com fonte
Os 22 appsSó a estaff declara operação no DF: 31 clientes e 6.544 jobs no contador do próprio site, sem período informado. Não há vaga aberta no DF, cliente nomeado nem notícia local. O GetNinjas tem página de garçons em Brasília. O 99Freelas está no DF só em projetos digitais. Os demais não têm evidência pública
Agências de evento e de facilitiesPelo menos seis: Way, M3F, Green House, Mary Help (três unidades), Garçom Classe A e 61 Eventos (esta sem garçom). Nenhuma publica preço; o atendimento é por orçamento
Agências de RH nos portaisA Gi Group anunciou 100 vagas de "Garçom - Brasília na modalidade eventual"; outras recrutadoras publicam freela de restaurante "na diária"
Portais de vagasAnúncio de freela é raro: só 0,7% dos posts do Brasília Empregos e 0,5% dos do Hora do Emprego DF, de julho a setembro, contêm a palavra "freelancer", em qualquer setor. Inferência: a demanda corre por outros canais, provavelmente WhatsApp e indicação — hipótese para o campo, não fato

Fonte: mapa da concorrência real no DF, com 77 fontes abertas uma a uma.

GetNinjas

O único concorrente com página local pública no Distrito Federal: getninjas.com.br/local/df/brasilia e /eventos/df/brasilia estão no ar, com categorias como garçom, bartender, segurança e DJ listadas para Brasília. Dado, verificado por acesso direto em 14/09/2026 e de novo em 01/10. Quantos serviços são de fato executados no DF não tem fonte pública.

Não é especializado em food service ou eventos — é um marketplace geral de serviços (reforma, aulas, beleza, tecnologia, e também eventos). Contratante não paga nada; profissional paga por um sistema de moedas pré-pagas para desbloquear o contato de cada pedido. A plataforma não cobra comissão sobre o valor do serviço fechado e não processa o pagamento do trabalho. O registro de 14/09 trazia 1 moeda = R$ 0,15 e pacotes de R$ 149 a R$ 599; a ficha de 01/10 não encontrou tabela pública vigente: o preço é dinâmico, e as moedas valem três meses.

Como o modelo mudou: nasceu em 2011 vendendo assinatura que dava um volume de pedidos; em 2016 trocou por moedas por contato escolhido. A empresa declarou breakeven em 2019, mas a demonstração financeira enviada à CVM mostra prejuízo de R$ 3,0 milhões naquele ano; o único lucro líquido da série, em 2023, veio dos juros do caixa do IPO (pesquisa de monetização, seção 1.5).

Tração declarada: +2 milhões de profissionais cadastrados, +3 mil cidades — não auditado (registro de 14/09). O prospecto do IPO falava em 112 mil profissionais ativos e 4,2 milhões de pedidos em 2020, dado histórico.

Pontos fortes: volume de avaliação muito maior que qualquer outro concorrente pesquisado (App Store 16,8 mil avaliações, 4,2/5; Google Play 182 mil, 3,7/5). No Reclame Aqui, nota 8,5 nos últimos seis meses e 8,8 no geral, com selo RA1000; 99,2% das reclamações respondidas.

Pontos fracos — o sistema de moedas é a queixa dominante de quem trabalha. São 16.538 reclamações no Reclame Aqui, 1.672 nos últimos seis meses, quase todas de profissionais que pagaram por contato. Relato: "coloquei quase R$ 500 em moedas e todos os clientes que peguei nenhum responde" (reclamação no Reclame Aqui, 2026). O cliente pode receber propostas de até 4 profissionais ao mesmo tempo — todos gastam moeda, só um fecha. Uma crítica jornalística independente chama o modelo de "leilão digital de trabalho humano" (Outras Palavras/DMT em Debate — texto bloqueado para leitura direta, título via busca). É o único dos 22 que cobra apenas do profissional.

Risco institucional, fora do produto (registro de 14/09, não revisto em 01/10): a controladora, Reag Investimentos, é um dos alvos da "Operação Carbono Oculto" — investigação de infiltração do crime organizado no mercado de capitais — e anunciou a venda do próprio controle acionário. Valor de mercado caiu de R$550 milhões (IPO 2021) para a faixa de R$250 milhões, sem publicar balanço desde o 3T24. Dado (Money Times, InvestNews, Times Brasil, acesso 14/09/2026).

Fontes: ficha GetNinjas (01/10/2026) · getninjas.com.br — Brasília · getninjas.com.br — eventos DF · App Store · Google Play · Money Times — Reag Invest · Times Brasil — venda de controle da Reag · InvestNews — crise Reag.

Switch

Marketplace de bares, restaurantes, hotéis e supermercados, nascido em 2018 em Vitória/ES. Operou três anos por WhatsApp e planilha antes de ter app: o produto foi escrito em 2021, depois de 25 mil serviços. Contratante paga por hora conforme a função, sem mensalidade, com a margem da plataforma embutida no preço — mais sobretaxas: 10% extra para pedidos com menos de 24h de antecedência, o valor de 1 hora no cancelamento tardio, e 50% do salário-base se efetivar o profissional. O profissional recebe às quintas-feiras, pelos serviços da semana anterior. Dado, termos de uso.

A contradição de tração, reconciliada. Os números diferentes de "serviços atendidos" que este documento apontava são contadores de anos diferentes que ficaram no ar: 40 mil em 2022, 60 mil em 2023, 75 mil em 2025. Em outubro de 2026 a home ainda diz 75 mil serviços, 30 mil profissionais e 1.200 empresas, e o blog fala em 80 mil. Não é fraude de número; é contador parado. Trate como piso de marketing.

Presença no DF: sem evidência pública — as páginas oficiais citam sempre as mesmas 4 praças (Grande Vitória, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro). Ficou quatro anos só na Grande Vitória antes de abrir a segunda.

Pontos fortes: nota 4,8/5 na App Store (2.170 avaliações) e 4,7 no Google Play (6,54 mil) do lado do profissional — as notas agregadas mais altas do grupo. Treinamento obrigatório e preço de urgência escritos em contrato.

Pontos fracos: a nota alta convive com queixa de remuneração baixa e de repasse lento. Relato (App Store): "turno de R$100 vira ~R$73" (01/02/2022); "turno de 6h por R$60–70. Vale só se passando fome" (02/12/2025). No Reclame Aqui a reputação é "Não recomendada": 14 reclamações e 1 resposta nos últimos seis meses; nota 4,2 em três anos, com 47 reclamações. As queixas incluem valor não devolvido ao contratante e desvio de função. Não há registro de presença no local: a falta é informada pelo estabelecimento.

Fontes: ficha Switch Profissionais (01/10/2026) · switchapp.com.br · switchapp.com.br/sobre · switchapp.com.br/termos-clientes · App Store — profissionais · App Store — estabelecimentos.

Closeer

Plataforma de gestão e pagamento de mão de obra freelancer operacional (cozinha, restaurante, hotel, bar, eventos, varejo, cozinha industrial). O contratante deposita numa carteira pré-paga, cria o job, e a plataforma o oferece em cascata: se o primeiro profissional recusa ou não confirma, a oferta passa ao próximo. Início e fim do trabalho são registrados por QR Code, e o valor vai para a carteira digital do profissional ao fim do job.

Como cobra, corrigido. Não é "percentual por job": a taxa incide na recarga da carteira, e há mensalidade no plano inicial. Os valores não são públicos; a página da parceria com a Abrasel oferece "Mensalidade 100% Grátis" e "50% OFF na Taxa de Recarga".

Como o modelo mudou: lançou em dezembro de 2018, grátis por seis meses para os dois lados; o plano era cobrar depois 10% por job do profissional mais mensalidade do contratante. Em 2021 só o contratante pagava. Em 2024 se reposicionou como plataforma de gestão; em 2025 acrescentou vaga fixa. Dado (Gazeta do Povo, 14/12/2018; Projeto Draft, 07/06/2021; ficha de 01/10).

Tração declarada: 1,1 milhão de jobs, R$150 milhões pagos a profissionais, 670 mil cadastrados, 6 mil unidades de negócio, "+350 cidades" — não auditado. O valor pago a profissionais é repasse, não receita da Closeer.

Presença no DF: sem evidência pública. Em janeiro de 2019 a empresa disse que queria chegar a Brasília em 2020; não há registro de que chegou.

Pontos fortes: reputação "Ótimo" no Reclame Aqui (8,5 nos últimos seis meses, 120 reclamações, 100% respondidas, 84,3% resolvidas); 4,2/5 na App Store (641 avaliações) e 4,6/5 no Google Play (6,76 mil), o maior volume de avaliação entre os especializados.

Pontos fracos: o pagamento automático depende de o contratante abrir e fechar o job no app; quando ele esquece, o dinheiro fica preso. E a loja cancela em cima da hora, com o profissional já a caminho. Relato: "Você trabalha e eles te pagam quando querem. Não indico" (Google Play, 03/05/2022); "o gerente disse que a vaga foi cancelada... e quem perdeu vida fui eu" (reclamação no Reclame Aqui, 2026).

Fontes: ficha Closeer (01/10/2026) · closeer.com.br · Google Play · App Store · Projeto Draft (07/06/2021) · Gazeta do Povo (14/12/2018).

estaff

Modelo dual — vagas freela e vagas fixas CLT na mesma plataforma, atendendo bares, restaurantes, casas noturnas, hotéis e empresas de eventos. Nasceu em 2020 dentro do grupo da Eshows, marketplace de música ao vivo para bares: segundo produto para o mesmo cliente. Gratuito para o profissional; contratante paga comissão de intermediação com "planos e condições distintas" não divulgadas publicamente. O repasse ao profissional sai, na prática, na semana seguinte.

É o único concorrente especializado com operação declarada no DF. O endpoint público que alimenta o mapa do site (estaff.com.br/api/metrics/regions, conferido em 01/10) declara, para o DF, 5.197 profissionais, 31 clientes e 6.544 jobs realizados — o quarto estado dela em jobs e em clientes. O dado é da própria empresa e não tem período. Fora o contador, não há rastro público: nenhuma das 43 vagas fixas do site é no DF, o verificador de cidade só reconhece "Brasília" (Taguatinga, Águas Claras e Ceilândia devolvem "Cidade não encontrada"), e não há cliente nomeado. A ficha classifica a ameaça no DF como alta.

Tração declarada, reconciliada. O "1,4 milhão" contra "686 mil" que este documento apontava são definições diferentes: 1.483.918 cadastrados, 524.519 "disponíveis" (soma por estado) e 39.317 "experientes", ou 2,6% do cadastro. São 998 mil jobs e R$ 128,9 milhões repassados a profissionais. São Paulo concentra 93,9% dos jobs.

Pontos fracos — a nota mais baixa do grupo na App Store. 3,1/5 (561 avaliações); no Google Play, 4,4 (5,32 mil). Relato: bloqueio de cadastro sem aviso claro após desistências, mesmo com antecedência ("Cancelei um freela com 2 dias de antecedência e fui punida ficando bloqueada 1 semana inteira", 1★); aprovação de candidatura chegando 30 minutos antes do horário da vaga; percepção de viés a favor do contratante em disputas. Reclame Aqui: reputação "Regular", nota 6,8 nos últimos seis meses, com 183 reclamações e 66,2% resolvidas; o tema dominante é banimento sem explicação.

Fontes: ficha eStaff (01/10/2026) · estaff.com.br · números por estado · estaff.com.br/para-profissionais · App Store.

eFreela

Marketplace de bicos para eventos e hospitalidade, de Goiânia: desenvolvimento a partir de outubro de 2022, operação desde janeiro de 2023.

Como cobra, corrigido. A taxa de 10% é descontada do valor do freelancer, não paga pelo contratante: os termos dizem que a eFreela "retém um percentual fixo de 10% sobre o valor total do trabalho realizado pelo Freelancer". O contratante paga 3% em cada depósito, pré-pago por Pix. É o único app de turno pesquisado que declara cobrar de quem trabalha como regra. Regras com número: multa de 5% por falta, bloqueio de 15 e de 30 dias, e trava que impede a mesma empresa de contratar o mesmo prestador por mais de 2 dias na semana.

Como o modelo mudou: depois de março de 2025, o site passou a vender um "sistema para gestão de freelancers" — presença, escala e pagamento — no lugar do marketplace. O motivo não é declarado.

Tração declarada: "mais de 300 mil freelancers" e "mais de 100 mil serviços realizados". O hiato que este documento apontava, de 300 mil usuários contra "100 mil+ instalações", era efeito da faixa exibida pela loja: o contador interno do Google Play marca 278 mil instalações.

Presença no DF: sem evidência pública — opera em 6 estados (GO, MG, SP, RJ, MA, AL), sem o DF.

Pontos fortes: bem avaliada nas duas lojas — App Store 4,6 (1.524) e Google Play 4,6 (2,41 mil); a nota 3,1 com 178 avaliações que este documento registrava para o Android não se confirma. Saque rápido e comunidade local, com cursos e encontro presencial mensal.

Pontos fracos: Relato: dificuldade recorrente de saque ("Não consigo sacar o dinheiro na plataforma de jeito nenhum", 12/09/2024). Reclame Aqui "Regular", nota 6,7 nos últimos seis meses; a resposta leva 10 dias em média no período e 68 dias no histórico de três anos. Quando o contratante esquece o checkout, o pagamento fica retido. Queixa de valor injusto: "11 horas por menos de 100 reais".

Fontes: ficha eFreela (01/10/2026) · efreela.app · App Store — Profissionais · App Store — Empresas · Google Play · Revista Zelo (19/07/2023).

Freela Serviços

Marketplace que cobre bares, restaurantes, eventos, buffets e — overlap direto com o segmento de campanhas eleitorais, hoje fora do radar do produto — panfletagem, bandeirista e coordenação. A empresa é de Jundiaí (SP), com CNPJ de 2023; os apps só chegaram às lojas no fim de maio de 2026. No mesmo ano abriu fretes, entregas e vagas CLT. Contratante paga mensalidade mais taxa decrescente por vaga: Grátis (R$0, 20%, 4 vagas/mês) · Básico (R$49,90/mês, 20%, 30 vagas) · VIP (R$299,90/mês, 15%, ilimitado) · Grandes Redes (R$499/mês, 10%, ilimitado), sem fidelidade. As perguntas frequentes do mesmo site dizem "sem taxa e sem mensalidade", o que contradiz a tabela. Declara seguro de acidentes pessoais em toda contratação, sem nomear a seguradora. O pagamento passa pelo app.

Tração declarada, com o maior hiato de todo o grupo pesquisado: os contadores do site mostravam, em 01/10, 202.743 profissionais cadastrados, 412 contratantes e 223 contratações concluídas — eram 198.232, 392 e 203 em 14/09. No Google Play, o app tem 10 mil+ instalações e 45 avaliações, nota 3,5; o registro anterior de "1.000+ instalações e 1 avaliação" estava errado. Não há matéria de imprensa independente sobre a empresa, e ela não tem página no Reclame Aqui.

Presença no DF: sem evidência pública — alega "todo o Brasil"; as vagas vistas são do interior de SP, de São Paulo, Curitiba e BH.

Pontos fortes: estrutura de planos pública e sem fidelidade; elogios pontuais de pagamento em dia.

Pontos fracos: estreia com onda de notas baixas por erro de login e de senha; queixa de "não aparece vaga na minha região". A linha Freela Entregas retém 20% do entregador, contra a promessa de custo zero.

Nota lateral: o nome "Freela" (sem "Serviços"), citado isoladamente numa lista solta de concorrentes deste projeto, não é a Freela Serviços — é ambiguidade de marca. Existiu um "Freela Brasil" (app de eventos, hoje extinto, nome reaproveitado por terceiros associados a golpe de curso) e outras empresas homônimas sem relação; a página "Freela" do Reclame Aqui é de outra empresa, com outro CNPJ. Não há um concorrente oculto atrás do nome.

Fontes: ficha Freela Serviços (01/10/2026) · freelaservicos.com.br · App Store · Google Play · econodata.com.br — CNPJ.

Worc

(Registro de 14/09/2026; fora da pesquisa de 01/10.)

Plataforma B2B de recrutamento e gestão de mão de obra para foodservice. Cobra do contratante via assinatura mensal ou trimestral, com preço só sob consulta comercial, e é grátis para o candidato. Fundada no fim de 2018 em São Paulo, captou R$ 20 milhões em seed do SoftBank em 2021 (maior seed da América Latina à época, dado independente) e fez duas aquisições em 2022, Hrestart e Ponto Predict.

Sinal de alerta forte. A própria empresa publica três números de tração diferentes na mesma sessão de navegação: a home diz "5+ milhões de oportunidades geradas" e "R$ 500+ milhões em GMV", a página de vagas do mesmo site diz "mais de 2 milhões", e uma matéria de 2021 falava em "mais de 40.000". O quadro de vagas ao vivo do próprio site retornou zero vagas no acesso de 14/09/2026, apesar de uma página de marketing alegar "1.400+ vagas abertas". O rodapé do site ainda diz "© Worc 2024".

Pontos fortes. Segue operando ativamente, com parceria nova com o SindRio em julho de 2026, e o histórico de M&A mostra alguma capacidade de execução.

Pontos fracos, com padrão invertido em relação ao resto do grupo: as queixas vêm do contratante, não do trabalhador. Reclame Aqui com reputação "Não Recomendada", 4,3/10, só 42,9% resolvidas e só 21,4% dispostos a voltar a negociar. Relato (7 vistos): empresa que pagou mensalidade e "não recebeu ninguém para entrevistas"; renovação de contrato "sem eu deixar", inclusive após cancelamento confirmado por vídeo chamada; "não tinha banco de currículos qualificado nem para São Paulo". Um relato de ex-funcionário no Glassdoor menciona demissão de "mais de 70% do quadro" (nota agregada 2,9/5, 44% recomendam).

Fontes: worc.com.br · nossas vagas · contrate a Worc · Exame, aporte SoftBank · SindRio (07/2026) · Reclame Aqui · Glassdoor

Toopa, provavelmente inativa

(Registro de 14/09/2026; fora da pesquisa de 01/10.)

Conectava bares, restaurantes, hotéis e eventos via geolocalização, com contratante pagando 10% do valor à plataforma, sem mensalidade, e repasse ao freelancer em até 3 dias úteis. Dado de agosto de 2021. A meta declarada para 2022 era 10 mil estabelecimentos e 100 mil profissionais, partindo de 500+ estabelecimentos e 2 mil candidatos, e nunca encontramos confirmação de que foi atingida.

Sinais convergentes de que saiu do ar: o domínio toopa.com.br não resolve por DNS, a ficha da App Store retorna erro 404, não há cobertura de imprensa depois de agosto de 2021, e não há nenhuma review de usuário localizável em nenhuma fonte. Nenhuma fonte isolada diz que a Toopa fechou; é a convergência de sinais técnicos que sustenta a leitura, registrada como achado e não como certeza.

Em agosto de 2021 a empresa declarou à imprensa planos de expandir para mais 5 cidades ainda naquele ano, incluindo Brasília. Nunca confirmado como executado.

Fontes: Forbes Brasil (08/2021) · ABC da Comunicação (08/2021) · Guia do Freela (31/05/2023). Teste de DNS e App Store realizado diretamente em 14/09/2026.

TradePRO Freelance e JobHunter, concorrência adjacente

Nenhum dos dois compete diretamente no food service/eventos/campanha política — seguem catalogados aqui só por já terem sido citados no projeto.

TradePRO Freelance: conecta promotores de trade marketing (MEI obrigatório) a empresas para execução pontual em ponto de venda. A empresa paga o trabalho pelo app; como a plataforma cobra não é público. Nasceu em 2011 como software de gestão de campo e lançou o Freelance em 2019, sobre a base de clientes do software. Mantém um segundo produto de gestão de equipes de campo ("TradePRO Promoter"); o app Android do Freelance não é atualizado desde janeiro de 2025. Sem número de tração encontrado.

JobHunter: classificados de bicos, gratuito para os dois lados, com receita declarada só de anúncios no app. O contato do contratante pelo WhatsApp é liberado assim que o freelancer se candidata ("Contratou. Combinou no WhatsApp"), e o app "não toca em dinheiro nenhum". Declara mais de 52 mil cadastrados em 240+ cidades, com Uberlândia e Goiânia como praças mais fortes; eram cerca de 33 mil em 14/09. Correção: o app Android está no ar desde pelo menos setembro de 2024, e não desde abril de 2026, data do iOS — a base se formou em cerca de dois anos, não em meses. O campo "fornece alimentação" na vaga é citado pelos usuários. Goiânia fica a cerca de 200 km de Brasília.

Fontes: fichas TradePRO e JobHunter (01/10/2026) · auditoria do grupo 4 · tradepro.com.br/freelance · home.jobhunterbr.com.

Os oito da varredura de 23/09, agora com ficha

A varredura da App Store de 23/09/2026 devolveu oito aplicativos que a pesquisa não tinha, lidos só na loja. Em 01/10 cada um ganhou ficha completa, e as do grupo 4 passaram por auditoria número por número. As imagens seguem em pesquisa/concorrentes/.

Freelas Now — o mais próximo da tese do Frila, e mais próximo do que a captura mostrava. Além do mapa de "Freelancers Próximos" e do "Pra agora", a vaga aberta é notificada a todos os disponíveis da região ao mesmo tempo, e o primeiro que aceita em 2 minutos é contratado, com reoferta automática se ele desiste. No aceite, o valor fica em custódia pelo Mercado Pago; o freelancer recebe às 10h do dia seguinte, ou na hora com desconto de 5%. Cobra do contratante 12% da diária (10% no Premium de R$ 29,90 por mês) pelos termos de maio de 2026 — as lojas dizem 10% e 8%. Tem check-in por código de 4 dígitos, alerta quando a mesma dupla trabalha 3 vezes na semana e compensação de 20% ao freelancer no cancelamento tardio. É obra de pessoa física, só funciona em São Paulo capital, está sem atualização desde julho de 2026 e não publica nenhum número de uso.

Freelas Eventos (na loja, "Freelas") — o mais próximo da nossa camada de confiança. A ficha do profissional traz ranking com desempenho, confiança em porcentagem, trabalhos realizados e cancelamentos; o evento declara função, valor por vaga, uniforme, lanche e descanso. É reputação com denominador, feita de outro jeito: sem taxa de comparecimento medida por check-in. Tem lista de favoritos e eventos de vários dias. Foco declarado no interior de São Paulo, sem cobrança hoje e com pagamento por fora.

UmFreela — "a nossa tese no ar", com preço público: R$ 3,99 por vaga concluída, a primeira grátis, ou R$ 34,90 por mês mais R$ 1,49 por vaga. Profissional não paga e recebe o valor integral, direto do contratante. Lançado em março de 2026, em Porto Alegre; cerca de 100 downloads no Android.

Os outros cinco. BIKO (eventos, hospitalidade e logística) é operado pela BIKO Tecnologia e Serviços, de Barueri; a empresa compra créditos pré-pagos, paga diária mais um percentual "negociado" e libera o pagamento em até 1 dia útil; tem check-in por GPS, contagem regressiva do turno e favoritos. Staff BR, da Futebolcard, nasceu em 2025 para estádios e abriu para hospitalidade; cobra percentual só da vaga concluída e declara Pix no checkout. Meu Freelance tem candidaturas e agenda, e mostra sinais de abandono: domínio expirado em setembro de 2026 e nota 1,5 no Google Play. Trampei Serviços é generalista e cobra assinatura do profissional (R$ 29,90) e da empresa (R$ 99,90). Bicos é serviço doméstico e entra como adjacente, junto de TradePRO e JobHunter.

O que isso muda para o posicionamento. Proximidade, urgência, reputação bilateral, contato direto depois do aceite e o próprio "primeiro que aceita leva" já estão publicados na App Store brasileira, ainda que em apps pequenos e sem liquidez visível. O diferencial defensável do Frila não é o mecanismo. É o que nenhum dos 22 mostra: taxa de comparecimento medida por check-in com denominador explícito, reputação binária e densidade num território — além de contato limitado a sete dias e nenhum custo para o profissional, que é requisito do mercado e não diferencial.

Fontes: fichas Freelas Now, Freelas Eventos, UmFreela, BIKO, Staff BR, Meu Freelance, Trampei e Bicos.

Os que entraram em 01/10: Bravo Eventos, StaffPRO, Lan Up, 99Freelas e Freelancer

Bravo Eventos — não é marketplace: é o app de recrutamento de uma agência de staff de eventos de São Paulo, de 2012, que lançou o app em 2023. A produtora paga a agência por cotação, e a agência paga o profissional dias depois do evento. Cerca de 208 mil instalações no Android e as piores notas do grupo (2,5 nas duas lojas). No Reclame Aqui, "Não recomendada": 29 reclamações, quase todas sem resposta, incluindo profissional confirmada e barrada na porta do evento.

StaffPRO — staff de eventos para produtoras, em SP e RJ, com MEI obrigatório do profissional. Cobra por cotação e repassa em 5 a 15 dias úteis; a nota nas duas lojas é 3,1. Declara mais de 6.000 eventos e R$ 6 milhões em serviços prestados, que não é faturamento.

Lan Up — empresa de 2020, de Santo André, que lançou o app em 2021 como banco de talentos de freelances para bares, restaurantes e eventos, e virou SaaS de ponto, escala e pagamento para empresas terceirizadas, de R$ 200 a R$ 2.000 por mês. Receita e motivo do pivô não são públicos.

99Freelas e Freelancer — marketplaces de projeto remoto, sem turno presencial; entram como referência de modelo, ao lado do Fiverr. O 99Freelas cobra intermediação de 10% a 20% e assinatura do profissional, com três preços diferentes para o mesmo plano conforme o canal. O Freelancer cobra 10% do trabalhador e 3% do cliente.

Fontes: fichas Bravo Eventos, StaffPRO, Lan Up, 99Freelas e Freelancer.

Fiverr, referência de modelo

Marketplace global 100% remoto (design, programação, redação, marketing) — sem componente presencial, categoricamente diferente do Frila. Relevante aqui só como referência de modelo de cobrança: 20% do vendedor e 5,5% do comprador por contrato, mais uma assinatura opcional do lado do profissional (Seller Plus, de US$ 25 e US$ 49 por mês). O "take rate" de 28,0% (12 meses até jun/2026) que este documento registrava é a receita sobre o volume transacionado, não a comissão contratual.

Como o modelo mudou: nasceu em 2010 com serviço a US$ 5; liberou o preço em 2015, criou curadoria em 2017 e assinatura em 2021.

O dado mais relevante para o Frila: nos resultados financeiros públicos mais recentes, a receita de marketplace (comissão pura) caiu 15,5% ano a ano, enquanto a receita de "serviços" (que inclui a camada de assinatura) cresceu 2% — sinal de que receita recorrente por assinatura é mais resiliente que comissão pura, mesmo para quem já domina a transação. Compradores ativos caíram 21,9% a/a; a empresa atribui isso à adoção de IA comprimindo trabalho de baixo valor.

Reviews: Trustpilot 2,5/5, fortemente polarizado (49% dão 5 estrelas, 35% dão 1 estrela); queixas recorrentes de suporte lento e disputas de reembolso que raramente favorecem o comprador; onda de banimento de conta de vendedor em 2026 sem processo de apelação claro. No Reclame Aqui, "Não recomendada": a empresa não responde.

Fontes: ficha Fiverr · StockTitan — resultado Q2 2026 · Fiverr Help Center — Seller Plus · Trustpilot.


4. Referências internacionais

Fora do Brasil, os players de staffing sob demanda cobram do contratante sobre a hora trabalhada, não assinatura. A pesquisa de 01/10 estudou dez deles — como nasceram, como o modelo mudou e o que deu errado — em referências globais de staffing por turno, conferidas por auditoria.

EmpresaOnde e quando nasceuQuem pagava e quanto no inícioVínculo no início → hojeSituação em 2026
Instawork2015, São Francisco. Mural de vagas fixas para cozinha de restauranteRestaurante: US$ 100 por contratação; depois US$ 10 por turno (2019)Nenhum → autônomo → mistoAtiva; 46 regiões nos EUA e 2 no Canadá
Wonolo2013/2014, São Francisco. Reposição e armazém, dentro da Coca-ColaEmpresa; hoje 45% sobre o autônomo e 55% sobre o empregadoAutônomo → mistoAtiva
Syft / Indeed Flex2015, Londres. Hospitalidade e eventosEmpresa: 15% sobre o salárioAgência empregadora desde o inícioAtiva, dentro da Recruit/Indeed, que a comprou em 2019
Coople2009, Zurique. Varejo, alimentação coletiva e eventosEmpresa: fator sobre o salário (não público)Empregadora desde o inícioSó Suíça; fechou o Reino Unido no fim de 2025
Qwick2017, Phoenix. Camareira de hotel, depois alimentos e bebidasEmpresa: 40% sobre o pagamento (dado de 2022)Autônomo → mistoOpera com a Gigpro; falência reportada e não confirmada
Shiftsmart2015, São Francisco. Recrutamento para apps de entregaNão encontradoAutônomo → autônomoAtiva; virou terceirização de execução no varejo
Jobandtalent2009, Madri. Site de vagasAnúncios; desde 2016, 10% do salário brutoNenhum → empregadoraAtiva; prejuízo em todos os anos
GigSmart2016, Denver, Cincinnati e Las VegasEmpresa: 25%, depois 35% e 45%Autônomo → mistoAtiva
Apli2016, Cidade do México. Turnos de um dia para bares, restaurantes e eventosEmpresa: 100 pesos por contratado; depois US$ 5 a 10 por pessoa por diaNão encontradoVirou software de recrutamento por assinatura; comprada em 2025
Time Jobs2017/2018, Chile. Varejo, alimentação, eventosEmpresa: comissão (percentual não encontrado)AutônomoMatriz fechada; a filial do Peru ficou com a carteira

O que as dez mostram:

  • Nenhuma cobrou do trabalhador no começo, e nenhuma começou com assinatura. As taxas ao trabalhador vieram depois e são pequenas: seguro por hora e saque instantâneo.
  • A cobrança inicial teve só dois formatos: valor fixo por contratação ou por turno, quando a plataforma não controlava o dinheiro (Instawork de 2016, Apli), e percentual sobre o salário, quando controlava.
  • Quase todas nasceram numa cidade só, a dos fundadores ou a do cliente-âncora. A exceção é a GigSmart, que abriu três cidades de uma vez e colheu queixas de turno "a horas de distância" e de falta de gente em algumas regiões.
  • O vínculo é o passivo que explode. Nos EUA, quem usa autônomo pagou acordo ou mudou o vínculo: de US$ 400 mil (Instawork, Colorado) a US$ 4,17 milhões (Shiftsmart). Quatro das cinco americanas passaram a oferecer também empregado registrado, por empresa separada; a Shiftsmart segue só com autônomo. Entre as que são empregadoras, a margem bruta fica entre 8,6% e 12,4%.
  • A Apli é a referência mais parecida com o começo do Frila — uma cidade, bares e restaurantes, valor fixo por pessoa — e abandonou o turno em cerca de três anos, a favor de software por assinatura.

Instawork (EUA/Canadá) — tarifa horária "all-inclusive" (pagamento + markup), com percentual que a empresa não divulga mais. Correção: não nasceu como staffing por turno; nasceu como mural de vagas fixas e chegou ao turno "como experimento". Taxa de efetivação de US$2.500, reduzida a US$1.000 após 320h da mesma pessoa na empresa. Criou em 2021 uma afiliada empregadora, por pressão de clientes.

Qwick (EUA) — markup de ~40% por turno. Correção: a versão anterior deste documento registrava que a empresa "entrou em processo de falência". A pesquisa de 01/10 não confirmou a falência. O que se confirma é o acordo de US$2,1 milhões por má classificação de trabalhadores, em fevereiro de 2024, com conversão dos trabalhadores da Califórnia em empregados, e que hoje a Qwick opera com a Gigpro, sob a "Qwick GP LLC". Na Covid, a receita dela caiu 80%.

7shifts (registro de 14/09; fora da pesquisa de 01/10) — não é marketplace de mão de obra, é software de escala/gestão de turnos para restaurantes (categoria adjacente, não concorrente). Preço em camadas por unidade: grátis até 15 funcionários, até US$134,99/mês nos planos maiores — confirmado por fonte atualizada de julho/2026.

Fontes: referências globais · help.instawork.com · ShiftNOW — Qwick vs. Instawork (22/06/2026) · Bloomberg Law · Daily Journal — reportagem sobre a Qwick · costbench.com — 7shifts (verificado 30/07/2026).


5. O que a evidência não sustenta

Afirmações que circulavam nos documentos anteriores do projeto e que a pesquisa não confirmou. Ficam aqui para não voltarem por hábito.

Afirmação anteriorSituação depois da pesquisa
"O WhatsApp funciona mal"Não confirmada. Não há medida independente de falha. O que se verifica é que o canal não tem garantia de comparecimento nem de pagamento, o que é diferente de funcionar mal
"O profissional é o lado escasso do mercado"Contrariada, e já corrigida no documento de origem. A escassez é de candidato a vaga fixa (61% dos empresários reclamam de ausência de interessados, e a diária avulsa paga mais que o dia de CLT), não de gente para turno avulso: nas plataformas sobra candidato e falta ser chamado. O que é escasso é confiança verificável. Resta [H]: se há gente disponível numa sexta à noite, em bairro específico, com duas horas de antecedência
"A falta acontece com frequência suficiente para sustentar um negócio"Sem nenhuma fonte. Continua [H], e é a hipótese mais importante a testar
"O estabelecimento paga a mais pela urgência"Sem nenhuma fonte. Continua [H]
"O maître, e não o dono, é quem decide"Sem nenhuma fonte. Continua [H]
"Nenhum concorrente está no DF" e "o DF está vazio de concorrência especializada"Contrariada pela pesquisa de 01/10. O GetNinjas, marketplace geral, tem página local. E a estaff, especializada, declara 5.197 profissionais, 31 clientes e 6.544 jobs no DF — dado da própria empresa, sem vaga aberta, cliente nomeado ou notícia local que o confirme. Confirmar a operação é tarefa de campo
"O despacho com 'primeiro que aceita leva' é o diferencial do Frila"Contrariada. O Freelas Now já faz isso em São Paulo, com aviso a todos os disponíveis e aceite em 2 minutos. O que nenhum dos 22 mostra é taxa de comparecimento medida por check-in, com denominador explícito
"A eFreela cobra cerca de 10% do contratante"Contrariada. Os termos dizem que a eFreela retém 10% do valor do freelancer; o contratante paga 3% por depósito
"A Closeer cobra percentual por job"Corrigida. A taxa incide na recarga de uma carteira pré-paga, e há mensalidade no plano inicial
"A Qwick entrou em processo de falência"Não confirmada. O que se confirma é o acordo de US$ 2,1 milhões e que hoje ela opera com a Gigpro
"A convenção coletiva vigente no DF é a CCT 2024/2026" (varredura de 20/09)Contrariada. Venceu em 30/04/2026; a vigente é a CCT 2026/2028
"O modelo de monetização não está decidido"Parcialmente decidido em 01/10/2026. O pagamento do turno fica por fora do app (RN09 mantida) e quem paga o Frila é o contratante. O valor por posição, o da assinatura e a questão do vínculo seguem em aberto
Números de tração dos concorrentesSão declarações das empresas, não auditadas. As contradições de Switch, estaff e eFreela foram reconciliadas em 01/10: são contadores de anos diferentes (Switch), definições diferentes de cadastro (estaff) e faixa da loja (eFreela). A da Worc segue sem explicação

6. O que só campo responde

Perguntas em ordem de importância, as mesmas da seção 6 de 01-O-PROBLEMA.md. Enquanto não tiverem resposta, tudo que este projeto decidir é aposta, e as hipóteses abertas listadas na seção 11 de 02-O-NEGOCIO.md continuam abertas.

Sobre quem contrata

  1. Nos últimos três meses, quantas vezes você precisou de alguém de um dia para o outro? Esta é a frequência que sustenta ou derruba o negócio.
  2. Como você resolveu da última vez, passo a passo, e quanto tempo levou?
  3. O que aconteceu quando não conseguiu resolver? O que isso custou?
  4. Quantas vezes a pessoa combinada não apareceu? A taxa de furo real, que ninguém publica.
  5. Você já pagou mais caro por urgência? Quanto?
  6. Quem decide chamar: dono, gerente, maître, produtor?
  7. Por que você não usa nenhum dos aplicativos que existem? Se já usou, por que parou?

Sobre quem trabalha

  1. Como você achou seu último trabalho avulso, e quanto tempo levou entre saber da vaga e confirmar?
  2. Quantos grupos de WhatsApp você acompanha? Quantas vagas vê por semana e em quantas consegue?
  3. Já ficou sem receber? Quantas vezes, e o que fez?
  4. O que faz você aceitar um chamado de alguém que não conhece?
  5. Quanto da sua renda do mês vem de trabalho avulso?

Sobre os segmentos

  1. A dor do produtor de evento é a mesma do dono de bar? Se não for, o nicho aberto se quebra.
  2. Como uma campanha política recruta e paga quem vai para a rua? (fora do radar do produto desde 21/09/2026; fica como oportunidade futura)
  3. Alguma plataforma já chegou ao DF, de fato? A estaff declara 31 clientes e 6.544 jobs aqui: quem são esses clientes, e como avaliam o serviço?

O que se pode medir sem entrevistar ninguém

  1. Entrar nos grupos de WhatsApp de freela do DF e contar: quantas vagas por dia, de que funções, com que antecedência, a que valores, e quantas são reabertas por falta de resposta. É a única medida barata e direta do problema disponível hoje.

Perguntas novas, da pesquisa de 01/10

  • Quanto o contratante do DF aceita pagar por posição preenchida e pela gestão da equipe de confiança, e se prefere valor fixo, percentual ou assinatura.
  • Com o pagamento por fora do app, quantas vezes o contratante atrasa ou não paga.
  • Os limiares para mudar de fase, hoje hipóteses: 80% dos turnos preenchidos, aceite em até 15 minutos, 90% de comparecimento e 50% de contratantes que voltam [H].

Plano de validação da matriz CSD (19/10/2026)

Decisão do líder (19/10/2026): o time não fez e não vai fazer as 10 entrevistas (cartão KqMkTkHP, arquivado). O produto foi validado de outra forma: a quantidade de concorrentes e de plataformas ativas no mercado (seções 1 a 4 deste documento: 22 apps analisados, volume de vagas e de usuários declarados, referências internacionais) mostra que o problema existe e que há quem pague por ele. Isso valida a existência da dor e do mercado; não valida frequência, preço nem comparecimento no DF, que seguem como hipótese [H] até o piloto.

Cada dúvida (D) ou suposição (S) da CSD recebe um método, um cartão e uma data dentro do desafio (término em 13/11/2026), ou "fora do C18" com o motivo.

Pergunta (item da seção 6)TipoMétodoCartão / lugarData
1 a 3, 5, 6 — frequência, urgência, custo, quem decideSTelemetria do piloto: vagas publicadas por contratante por semana, tempo até confirmar, vagas reabertasPiloto e TestFlight (métricas do Frila_Roteiro_de_Validacao_de_Campo.md)Leitura em 06/11 e fechamento em 13/11
4 — taxa de furoSTelemetria: turnos confirmados contra turnos com presença registrada e avaliaçãoPiloto13/11
7 — por que não usa os apps existentesDDocumental: análise de avaliações e comparação dos 22 concorrentes (seções 3 e 4)Já feito (seções 2 e 3 e Frila_Pesquisa_de_Concorrentes_2026-10-01.md)Registrado em 01/10
8, 9, 16 — como acha vaga e volume de vagasDContagem em grupos de WhatsApp do DFCartão NjLRl5FB (aberto)Amostra de 1 grupo, 13 a 19/10/2026, na seção abaixo; os demais grupos seguem em aberto
10, 12 — calote e rendaDFora do C18Sem entrevista, sem dado confiável por outro método; fica para depois do piloto, com contratantes e profissionais reaisPós-desafio
11 — confiança em desconhecidoSTelemetria: taxa de aceite de vaga de contratante sem históricoPiloto13/11
13 — dor do evento contra dono de barDDocumental (segmentos nas seções 3 e 4) e, no piloto, segmento do contratantePiloto13/11
14 — campanha políticaDFora do C18: fora do radar do produto desde 21/09/2026——
15 — plataforma no DF e seus clientesDDocumental: página da estaff e comparação (seção 3)Já feitoRegistrado em 01/10
Quanto paga o contratanteDFora do C18: o piloto não cobra; a pergunta de preço volta antes de cobrançaParecer jurídico, seção 8 (advogado antes de cobrar)Antes de cobrar
Atraso ou calote com pagamento por foraDTelemetria: relato no encerramento do turnoPiloto13/11
Limiares de fase (80%, 15 min, 90%, 50%)SMedidos no piloto e conferidos contra os limiaresPiloto13/11

Contagem de vagas no WhatsApp, amostra de 19/10/2026 (item 16). Um grupo, "Garçons BSB e Entorno", lido na tela do WhatsApp Web, com a conta do responsável e a pedido dele. Janela pedida: 22/09 a 05/10. Janela obtida: 13 a 19/10. De 22/09 a 05/10 o grupo não tem nenhum anúncio (só uma mensagem apagada, em 25/09); os anúncios começam em 13/10. A exportação do grupo está travada pela privacidade avançada, então a contagem veio da rolagem da tela.

DiaMensagensAnúncios de vagaCom valor em reaisApagadas
13/10262500
14/10181510
15/10141100
16/10191910
17/103003
18/100000
19/10282800
Total1089823
  • Média: cerca de 14 anúncios por dia nos 7 dias, ou 16 nos 6 dias com mensagem. Só 2 de 98 anúncios (2%) trazem valor em reais.
  • Reabertas: 7 de 122 títulos aparecem em mais de um dia (cerca de 6%). Repetição no mesmo dia não foi contada, então o número é um piso.
  • Tipo de vaga: quase tudo é vaga com carteira assinada, postada por poucas recrutadoras (obra, limpeza, cozinha, delivery, vendas, estágio). Só 7 mensagens do período falam de diária, extra, evento, garçom ou buffet, e essa busca é por palavra, não por leitura.
  • Antecedência: não se mede aqui; os anúncios não trazem a data do serviço.
  • Limites: um grupo só; 7 dias, não 14; classificação por palavra-chave; o histórico antigo do aparelho pode estar incompleto. Não prova a frequência da falta, que é o que o item 16 queria, e não substitui as entrevistas. Mostra que este grupo é um mural de emprego formal, não de freela de última hora.
  • Dado pessoal: nenhum guardado. Nomes, telefones e texto das mensagens não foram copiados; só as contagens acima.

Revisões da CSD no FigJam, dentro do desafio: 19/10/2026 (esta atualização, com o plano acima) e 06/11/2026 (após a leitura inicial do piloto). A data de 01/12 do critério original cai depois do fim do desafio (13/11) e passa a ser a revisão pós-desafio, fora do C18. O FigJam não pode ser editado por agente neste momento (conector bloqueado por política da organização); a atualização visual é a ação 9 do painel, com o conteúdo pronto.